O que não sai do Google
Toda empresa desse ramo mostra o que consegue tirar. Esta página existe para mostrar o contrário — o que ninguém consegue — porque é isso que separa proposta séria de promessa vazia.
Processo em andamento
Enquanto o processo corre, a publicação tem respaldo no princípio da publicidade dos atos judiciais. Pedido de remoção nessa fase é negado na quase totalidade dos casos.
→ Enterro, até que o desfecho permita outro pedido.
Notícia verdadeira de interesse público
Matéria jornalística tem proteção constitucional. Nem o veículo é obrigado a apagar, nem o buscador a esconder — e é assim que deve ser.
→ Pedido de atualização com o desfecho, quando houver, e enterro do que restar.
Processo trabalhista encerrado
É uma das poucas categorias que o JusBrasil ainda remove mediante pedido do titular, com documento de identificação.
→ Remoção direta. Você mesmo pode pedir, de graça.
Site que revende seu dado pessoal
Agregadores que exibem CPF, endereço e telefone tratam dado pessoal sem finalidade legítima clara. O artigo 18 da LGPD funciona bem aqui.
→ Pedido ao encarregado de dados, com prazo legal de resposta.
Processo criminal arquivado ou com absolvição
A publicação original costuma permanecer, mas a desatualização é o problema real: a acusação virou manchete e o desfecho não virou nada.
→ Pedido de atualização ao veículo, desindexação das reproduções sem relevância e enterro.
Conteúdo em segredo de justiça
Se está sob segredo, a publicação não deveria existir. Esse é o caso de remoção mais direto que existe.
→ Remoção, com prioridade.
Por que dizemos isso antes de cobrar
Quem promete apagar tudo cobra do desespero e entrega frustração. Você descobre depois de pagar — e aí já perdeu dinheiro e tempo, que era o que estava tentando salvar.
A primeira página do Google tem dez posições. O trabalho honesto é disputar espaço nessas dez, não brigar contra a verdade.